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segunda-feira, 18 de junho de 2012

JORPS ESPORTES - 5ª EDIÇÃO




SEGUEM OS TEXTOS SOBRE ATLÉTICO E CRUZEIRO, APÓS A 5ª RODADA DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE 2012



DERROTA APÁTICA E (QUASE) JUSTA.
Em tarde sem inspiração GALO perde para o São Paulo por 1 a 0. - Por Eurico Santos Silva

Amigos, não há muito que falar da partida deste domingo entre São Paulo e Atlético Mineiro no Morumbi, valida pela quinta rodada do Brasileirão 2012. Em resumo foi um jogo sem inspiração de ambos os lados e de forte marcação. O time do GALO apesar da entrega e da motivação perdeu o jogo de forma apática. Não foi de longe o time de velocidade e garra dos jogos anteriores.

PRIMEIRO TEMPO “AMARRADO”
A palavra que traduz melhor o primeiro tempo é esta mesma. O jogo começou com o São Paulo ligeiramente melhor nos primeiros vinte minutos. Mas os primeiros quarenta e cinco minutos foi muito mais sono do que emoção. Ambos os times estavam amarrados em campo. Foi mais um duelo tático do que técnico. Ronaldinho 49 sofreu forte marcação do promissor volante Casemiro, esteve abaixo da expectativa e lembrou o jogador dos últimos jogos pelo Flamengo. O GALO pouco produziu, pouco atacou efetivamente o São Paulo. O time estava certo no campo, com Bernard e Danilinho fazendo a já famosa marcação nos laterais adversários e impedindo a subida destes. Destaque para o sempre excelente Pierre. Como é bom ter um jogador como Pierre no time. Além da garra e da motivação, Pierre quase sempre foi perfeito.

FABULOSO MARCA PERTO DO FIM.
O time bem postado estava com uma postura defensiva em campo. Mantinha a posse de bola e tentava chegar ao gol paulista. Mas esbarrou em atuação pífia de Danilinho e de Bernard. Mais do que isso, o time ficou capenga. Só tinha jogadas pelo lado esquerdo, culpa de Carlos César que fez partida bizonha. Se Marcos Rocha é um pesadelo para qualquer atleticano, Carlos César fez a Hora do Pesadelo deixar as telas e ir para os gramados do Morumbi. Em um terrível pesadelo que nem Freddy Kruger teria a maldade de criar.
  
Em um momento de desatenção do sólido sistema defensivo alvinegro, Jadson enfiou uma bola nas costas da defesa alvinegra para Luis Fabiano: o Fabuloso saiu cara a cara com Giovanni e fuzilou para as redes. 1 a 0. Assim, de forma apática.

SEGUNDO TEMPO DE PRESSÃO E BERNARD PÉ DE MOÇA
No segundo tempo o GALO voltou para empatar o jogo. Pierre, amarelado, deu lugar para Leandro Donizete. O GALO pressionava, mas sem a eficiência dos jogos anteriores. Jô Balada pouco foi acionado e sofreu a forte marcação são-paulina.
 
 Nas chances que o GALO teve..Na melhor delas, Bernard girou bem sobre o zagueiro, mas na hora de finalizar, esbarrou em sua pior deficiência, o chute. É preciso que alguém dê um pouco de feijão para o menino, ele tem o chute fraco demais e o pior, sem direção ou noção de direção.
  
Danilinho deu lugar para Juninho e Carlos César deixou o campo para a entrada de André Moicano. AS alterações não surtiram efeito. Poderíamos jogar 180 minutos, 24 horas ou mais, que o GALO não marcaria, por isso do titulo desta rodada ser este: Uma derrota apática, mas também quase justa ou injusta. Pelo volume apresentado e pelas chances perdidas o GALO merecia pelo menos um empate contra o São Paulo, que jogou com força máxima, mas com a cabeça nitidamente na partida de quarta feira contra o Coritiba.

CARTÃO VERMELHO TARDIO
Pode virar motivo de falar que choro sempre arbitragem, mas, no domingo o juizão foi muito amigo dos São Paulinos. O lateral direito Douglas deveria ter sido expulso no primeiro tempo. Em lance contra Richarlysson o jogador perdeu o tempo da bola e pisou no pé do jogador, como já estava amarelado, deveria ter recebido o segundo amarelo e ter sido expulso.
  
Aos 35 do segundo tempo, Luis Fabiano perdeu a cabeça e deu um pisão criminoso em Leandro Donizete, o juizão apenas deu amarelo, merecia o vermelho direto. Aos 39, Fabuloso foi reclamar com o juiz e exigiu cartão amarelo para uma falta de Ronaldinho 49, acabou expulso, tardiamente. Quase o capitão tricolor vai de herói a bandido. Mas não havia muito tempo. E o jogo acabou no 1 a 0.

PIOR EM CAMPO: (DO GALO)
Danilinho, nosso homem invisível. Este titulo deveria ser de Carlos César, que foi horrível errou tudo e não ajudou em nada. Mas Danilinho..Ah Danilinho, se tivesse pelo menos aparecido em campo, mas nem isso. Foi nulo como sempre. Cortes deitou e rolou naquele lado do campo. No ataque foi invisível. Nada fez e ainda tem um chute quase tão de moça quanto o Bernard. O premio é dele.

MELHOR EM CAMPO: (DO GALO)
Richarlysson. Jogou com muita raça e técnica. Foi um leão em campo. Está de parabéns e que continue assim.

PERSONAGEM DA PARTIDA
Luis Fabiano. Aqui poderia ser a bela atuação do armador Jadson ou do sólido Casemiro, mas vai pro fabuloso. Pelo gol e pela expulsão. Sempre foi uma preocupação para a defesa atleticana. Na oportunidade que teve marcou. Diferente dos atacantes galenses.

BOLA PRA FRENTE E AGORA É O NÁUTICO
Após cinco rodadas o GALO termina com um saldo extremamente positivo. 10 pontos. 3 vitórias, 1 empate e a primeira derrota. Agora é encarar o Náutico em casa, jogo para 3 pontos. Pra cima do Timbu.

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INDEPENDENCIA - O RETORNO - Por Samuel Fagundes

Casa lotada, torcida em festa, tudo certo para o retorno do Cruzeiro a capital mineira, tudo, menos o time, que no primeiro tempo tomou uma pressão sem tamanho do Figueirense, que teve várias oportunidades de gol. Fábio fez algumas defesas e a trave também ajudou, o que pode ser um indicio de que o Independência, é azul.

Os três atacantes não renderam o esperado, porem há de se lembrar que tendo apenas Montillo no meio criando jogadas o time fica limitado, pois sendo assim, normalmente o time adversário põe uma marcação pesada em cima do craque argentino e lá se vão as criações de jogadas.

Em minha opinião, se é para jogar com três atacantes, tem de ser colocado um outro jogador de criação, como o Sousa ou o Roger, quando se recuperar. Atualmente temos um jogador que eu não consigo aceita-lo no time, eu acho que não aceitaria ele nem no banco. Refiro-me a Amaral, volante mais bruto que uma rocha, o tradicional "cabeça de bagre". Um jogador na minha opinião, com um único recurso, o de dar pancadas, fora isso, mais nada.

No final do primeiro tempo, o time começou a criar mais, em duas jogadas de Montillo e Fabinho, quase saiu o primeiro gol. Fabinho por sinal, vinha sendo o melhor atacante em campo. Wellington P. que pode ser de paulista ou pirraça, fica a vossa escolha, mal pode ser notado, o mesmo acontecendo com Wallysson.

2° TEMPO
Roth tirou Amaral e pós Leandro Guerreiro e optou em por Sousa em campo, no lugar de Wallysson que talvez por estar sem ritmo de jogo, não teve uma boa participação no primeiro tempo. Com menos de um minuto, Fabio foi obrigado a fazer uma defesa espetacular, após um chute dado a curta distancia. Na sequência, uma boa jogada de contra ataque, porem é desperdiçada por Wellington P.

O time voltou melhor no segundo tempo e as jogadas começaram a sair. Com dois armadores de jogadas em campo, Montillo teve mais espaço, Sousa também e com isso o Cruzeiro cresceu muito de produção, tanto que após um drible e um lançamento espetacular de Sousa, Wellington P. fez um golaço. Espero  que Celso Roth perceba que o time joga melhor com dois armadores.

Mais uma vez, em determinado momento do jogo, o que chamava a atenção era o juiz, pela mediocridade, não marcava as faltas, quando marcava invertia. O Cruzeiro tem que abrir o olho porque a arbitragem vai tentar segurar o nosso time, então, teremos que ganhar dos adversários e dos juízes.

INDEPENDENCIA É AZUL
Com o final da partida, vitoria importante, festa da torcida, porem há de se fazer algumas ressalvas. Wellington P. é o artilheiro do time esse ano, mas não pode perder o numero de gols que perde, e outra, tem que ser mais calmo em campo, todos os jogos tenho a impressão que ele vai ser expulso por reclamar da arbitragem, ou por bater boca com o adversário. Ta certo, fez um gol de craque, mas bem que poderia ter feito outros três. Outro problema que vejo é a falta de atacantes no banco, atualmente, temos Paulista, Fabinho, Anselmo Ramon e Wallysson, o que na minha opinião é muito pouco. Pega algum moleque da base e deixa ele treinando com o grupo profissional. Uma hora ou outra acaba surgindo a oportunidade e o moleque pode se destacar.

De qualquer maneira, foi muito bom ver o Cruzeiro de volta a BH, com a torcida fazendo a festa. Que o time continue nessa evolução rumo ao topo da tabela que é o nosso lugar!

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